Archives For miúdos

um ano cheio de vontade de sorrir, que façam brotar motivações para contagiar miúdos e graúdos.
que a brincadeira e leveza seja parceira em qualquer aventura, que inspire a fé a fazer voar a dúvida.
vidas cheias de vida!

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helping a Portrait

Dezembro 8, 2014 — 1 Comentário

o Help Portrait entra na categoria de um dos meus favoritos rituais de Natal.
(sobre edição 2011, edição 2012, artigo em inglês na página oficial: giver/receiver.)

é o juntar de uma família ao redor de algo que valorizo imensamente, serviço à comunidade, conjugado com esta paixão pela fotografia. um dia de magia em dezembro, resultado de vários meses de preparação e articulação entre partes, em que voluntários e beneficiários se sentem ambos ganhadores!

já escrevi várias vezes sobre a honra de fazer parte desta equipa que me resta desta vez partilhar algumas das imagens que tive oportunidade de captar, nos bastidores do zunzum.

mais uma edição magistralmente coordenada: parabéns a toda a equipa com especial louvor ao visionário maestro Tarcício Pontes. e, com esta boa energia, o evento de 2015 já está a mexer :)

ps – nota para qualquer sensível à fotografia que por aqui ande, as fotos continuam todas as ser espremidíssimas num (milagreiro) iPad.

 

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Um fotógrafo é como um bacalhau, que produz um milhão de ovos para que um atinja a maturidade.  
George Bernard Shaw

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A photographer is like a cod, which produces a million eggs in order that one may reach maturity. 
George Bernard Shaw

verbo descobrir

Fevereiro 14, 2014 — Deixe um comentário

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verbo
Palavra com a qual se afirma a existência de uma acção.

descobrir

verbo transitivo
1. Achar o ignorado, o desconhecido ou o oculto.
2. Fazer um descobrimento.
3. Chegar a conhecer.
4. Notar.

verbo transitivo e pronominal
5. Destapar.
6. Mostrar.
7. Manifestar; revelar.
8. Avistar; ver; alcançar com a vista.
9. Inventar.

verbo intransitivo
10. Aclarar, clarear a atmosfera; romper (o sol) as nuvens.

verbo pronominal
11. Tirar o chapéu (ou o que se tem na cabeça).
12. Cumprimentar (descobrindo-se).
13. Expor-se demasiado apresentando muito corpo (Esgrima).

ciclos de tempo

Janeiro 6, 2014 — Deixe um comentário

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mmmmm…., será que já está na hora de ____ ?

aprendi que a velocidade do tempo é constante, e que a percepção do tempo variável.
descobri que o tempo pelo qual já passei é marcado mais por memórias intemporais do que por datas, e que a noção de um tempo futuro vive da dimensão dos desafios a que me atrevo sonhar.

olho ao meu redor e percebo que existe um mundo que me convida a seguir um tempo mecânico.
e olho cá dentro e sinto a existência do meu mundo que me pede que siga um tempo orgânico: feito de ciclos, de memórias, de emoções, de desejos, de transformações.
há várias horas que tenho muito movimento interno para sentir, e a dedicação à presença do meu mundo orgânico parece-me criar atrasos no mundo mecânico.

agradeço permitir-me a este tempo que para mim é mais real, e agradeço a compreensão de quem o tem respeitado.
e faço votos que nesta quadra de celebrações de datas possamos também encontrar a inspiração para celebrar e honrar a organicidade dos ciclos, a capacidade de estarmos alinhados com o que acontece aqui e agora – em cada um de nós. neste espaço/tempo não reconheço atrasos, apenas presença.

como diz um grande Amigo: ”até sempre, se não for antes” ♥

ciclos partilhados

Dezembro 17, 2013 — 1 Comentário

 

uma belíssima família que tenho a honra de acompanhar.
bem hajam por me convidarem a convosco celebrar os ciclos :)

 

 

 

 

a mudança

Dezembro 3, 2013 — Deixe um comentário

ou o efeito de não resistir ao inevitável processo de avançar.

aqui, na minha biblioteca de imagens, em retratos de uma família em casa nova.
aqui, na minha biblioteca interior, em rendição ao que a vida – em mim e até mim – traz.

 

cada sessão de fotos para mim é uma oportunidade de celebrar a vida e beleza de cada pessoa presente (a minha também :).

delicia-me especialmente trabalhar com a magia resultante de uma presença ”imperceptível” e a intimidade declarada.
gosto de fazer o possível por me manter invisível ao que naturalmente ocorre, sem abdicar do campo de proximidade que a relação propõe.
algumas sessões pedem mais de invisibilidade, outras mais de intimidade.

gosto de me manter invisível para poder captar o que ocorre espontaneamente, sem o efeito ”sorriso para a câmara”, sem o efeito”encolhe a barriga para pareceres mais elegante” ou ”estica o peito para ficares mais alto”.

e gosto de trabalhar a intimidade exactamente pela mesma razão, pelo que somos espontaneamente.
intimidade para mim é a crueza presente, sem querer parecer o que não é ou esconder o que é.
sou íntima comigo na relação da descoberta de quem sou, no processo de procura do que me motiva a escolher a e não b, a fazer c e não d, a aspirar z e não t, a querer x e também y.

ao te oferecer a minha intimidade, mostrando-me como sou, descubro-me: quem sou eu perante uma outra presença, quem sou eu perante a tua presença? ao te oferecer a minha intimidade, conheço-te: quem escolhes tu ser perante a minha presença?

trabalhar com intimidade amplia-me as oportunidades e possibilidades de descobrir quem somos.
e para mim este é o caminho para encontrar a verdadeira beleza que todos carregamos. a beleza da relação com a nossa realidade, com o nosso potencial presente – desejoso por ser reconhecido e infinitamente ampliado.

esta é a descoberta que me entusiasma nesta relação: invisibilidade e intimidade.
e
talvez seja este o segredo da minha fotografia.

por ter o prazer de partilhar intimidade com pessoas muito diferentes, com visões da vida bem distintas e em contextos singulares, o trabalho fotográfico aqui exposto reflecte obrigatoriamente a relação que cada fotografado tem com a exposição da sua intimidade – com o que se sente confortável, nos determinados momentos ou contextos.

voto que o que aqui exponho possa servir de inspiração para um contágio pela autorização de sermos nós mesmos, sozinhos ou acompanhados, perto ou longe de uma câmara. e uma ode que honra simultaneamente o gosto de declararmos sem reservas quem somos, onde estamos, como estamos, porque estamos… e  o recato de nos reservarmos, de guardarmos como um tesouro escondido pérolas da nossa experiência.

esta é a intimidade que torno visível hoje: o meu entusiasmo por cultivar esta dinâmica de intimidade em tudo o que me passa pelas mãos, com todas as mãos que aperto, com todas as mãos que me tocam, que me acenam, que me abraçam, que me inspiram.

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nascida e crescida em família brasucotransmontana que nos anos do meu nascimento se rendeu à magia de Sintra, creio que só agora esgoto o número de dedos do meu corpo para contar o número de vezes que rumei em direção ao veraneante sul!
mais uma vez confirmo que adoro a nossa costa alentejana, vicentina, semi-algarvia, e guardo com especial carinho mais alguns recantos descobertos no nosso pequenito país – temperados com um calor mais seco e águas menos onduladas.

ficam algumas fotografias que, agradecida, adiciono aos álbuns das minhas memórias.
a cerimonial Praia da Ponta Ruiva – Sagres.

na Quinta do Vale da Lama, onde o despertutor foi convidado a partilhar a sua sabedoria em gestão de projectos, dragon-dreaming e transição interior.
estivemos por lá em dias de tremendo calor e uma vaga de mosquitos. cada fotografia, em linguagem de câmbio mosquitense, equivale a uma média de duas novas mordidas.

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a bem encoberta Praia da Murração, a deliciosa Praia dos Barrancos, e um regresso via Tróia-mata-saudades-de-família-que-emigra.

remate final com lânguidas e prolongadas demolhas na Barragem de Póvoa e Meadas, embalados pelas danças do Andanças.

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amanhã, reinicia-se a época das mágicas sessões.
bom fim-de-semana, bom regresso de férias, boas memórias, boas commemorações : )

~

contemplar a galeria de fotos dos últimos meses é simultaneamente inspirador e desafiante.
onde encontro o fio condutor entre a panóplia de temas que abraço?

recordo partilhas em que encontro generosas respostas:
~> que reconhecem o meu olhar, presença e visão do mundo em todas as sessões que partilho;
~> que ficam emocionadas ao ver as suas fotos, e encontrar novos pontos de vista sobre elas mesmas;
~> que os momentos que passamos juntos, em que são protagonistas e especiais convidadas de momentos em que se celebram, acrescentam-lhes uma visão mais confiante de si mesmas;
~> que é bom recordar que merecem atenção;
~> que a inspiração de encontrar novos locais, descobrir novos pontos de vista sobre locais conhecidos, os faz sintonizar com a magia que anda por toda a parte;
~> …

claro que fico cheia de um sorriso e com vontade de seguir acreditando nos meus sonhos de usar estas lentes com propósitos mais e mais inspiradores. é bom inspirar os outros e, confesso, é ainda mais saboroso confiar e entregar-me à possibilidade de me inspirar a mim mesma.
bem-hajam :)
antes de seguir para outras paragens, finalizando entregas de trabalhos e pedidos de orçamentos, repesco algumas sessões para vos deixar por aqui.

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momentos de celebração em círculos mágicos, sublinham-me o desafio de estar presente e usar as lentes numa distância o mais generosa possível.
têm sido muitos os círculos, femininos e mistos, inspiradores e desafiantes. neste escolhemos honrar – com dança, música e poemas – a casa Terra, esta nave cósmica que onde viajamos.

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e
ste outro círculo que tenho tido o privilégio de acompanhar é o do grupo de alunos que tem percorrido o caminho da primeira edição do curso de transição interior. estas fotos são da sessão de movimento que para eles preparei, e de um passeio informal que desfrutamos na serra de Sintra.
na sessão de movimento fomos re~descobrindo *como o nosso corpo nos serve e nos inspira, em cada escolha a que nos conduz por capacitação ou limitação; *como as células armazenam memórias, e *como criativamente as podemos comunicar (em formas, palavras, expressões e/ou movimentos) transmutando-as – em água transpirada, em água lagrimejada de choro e riso. vale tudo : ) [ no futuro divulgarei também as sessões que posso oferecer, a grupos que desejem desfrutar destas visões/ emoções/ descobertas ]
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os alunos têm partilhado como sentem que a corajosa escolha de se conhecerem em profundidade os permite alcançar uma maior liberdade, uma maior autonomia e capacidade de abraçar a vida. se quiserem saber mais sobre o curso, visitem o site do despertutor. está a ser preparado o calendário para a próxima turma, e um muito pedido nível de aprofundamento, aka nível dois.

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fotos de algumas sessões familiares, talvez mais convencionais, em que crianças e adultos desfrutam de passeios em família.
é bem curioso o trabalho de coordenar as expectativas dos pais, os desejos e necessidades dos filhos, os sorrisos desencontrados, as fomes inesperadas.
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a escolha das fotografias a divulgar por vezes requere bastante sensibilidade e algumas das sessões nunca chegam ao blog, já que alguns dos modelos preferem não ser identificados na sua exposição e, algumas das sessões que faço são extremamente íntimas. na minha opinião o grau de intimidade amplia a beleza de cada uma das fotos, e seja talvez nesta relação que as maiores revelações acontecem.
em todo o caso, cada sessão dá-me este privilégio de poder celebrar a imprevisibilidade da vida: sessões em casa, com nódoas e pijamas, são as minhas favoritas.

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e seguindo o tema da família, o verão e regresso de familiares emigrantes pede-me que nos juntemos e celebremos o potencial de estarmos juntos.
de nos inspiramos com o que recebemos dos nossos passados, criando e reforçando laços. gostava mesmo de poder viajar sem combustível, de forma rápida, para num instante ir ali e abraçar braços que tanta saudade sinto…

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verdade que família não é só de sangue, mas também acho inspirador a ”com incidência” da escolha de nascermos neste e não em outro berço, com esta e não outra história partilhada. às vezes mais próxima e colaborativa, outras vezes pedindo distância e tempo. estou a recolher fotos antigas, quero manter vivas histórias que – louvando o imaginário e sonho que alimentaram na minha infância – possam inspirar e informar o meu caminho de descoberta com a descendência crescente. recuperar fotos antigas requere muita paciência e provoca muitos sorrisos!

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termino com algumas fotos de uma aldeia dita cheia de vida, e que neste dia de passeio aparentava estar às moscas. não tarda muito lá estarei novamente, em braços amigos, prontinha a descobrir a famosa movida de uma terra pequena e especial: Barão de São João.
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o sul promete nos acolher com pompa e circunstância : )
espero vir com suficientes fotos para partilhas que inspirem, e se chegaram até ao final desta lenga-lenga, andarem pelo sul nas próximas semanas, e sentirem em vós o anseio de receber uma massagem fotográfica, tentem-me com um e-mail.

quem sabe nos podemos deleitar assim, em mútua inspiração.

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o tempo passa, os amigos multiplicam-se :)
que alegria acompanhar o crescimento tão único de cada um destes seres – que num ápice galopam centímetros, gramas, fraldas e choros.

~ parabéns ~

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( papás, há que carregar na foto do vosso respectivo rebento para acederem às restantes fotos :)

juntos, ao centro

Abril 2, 2013 — 1 Comentário


e
sta quadra festiva foi desfrutada bem ao centro do país, junto a Vila de Rei – o centro geodésico de Portugal.
a chuva brindou-nos com a possibilidade de alguns passeios, permitindo-nos caminhar ao longo do chamado ”o mais profundo vale”.
água com fartura, árvores em potência, verde a perder de vista.

foram uns dias muito bem passados, onde os ausentes fizeram-se sentir na curiosidade do que poderiam fazer presente, no desejo de que uma próxima reunião os contenha também.

recuperados alguns jogos de infâncias anteriores, descobrimos em desenhos antigos oportunidades de largas gargalhadas. quem se lembra do Pictionary? lá em casa era Dicciopinta (no que parece ser uma versão brasileira) que patrocinou, pela sua peculiar escolha de palavras, ainda mais momentos non-sense. vivam as aves e as avés, os despidos e os amores.
em rabiscos, teatros, palavras inventadas, iguarias de mastigar, néctares com e sem borbulhas, foram dias inesquecíveis.

[ para a família, a galeria completa segue-se através deste link: PASCOA 2013. ]

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sempre fui particularmente sensível ao sentido de família, de comunidade, de grupo, (ou tribo, ou clã, ou alcateia, matilha … uma mistura de comunhão e construção conjunta ) e momentos como este trazem-me inspiração para os tornar mais recorrentes no quotidiano.
às vezes é possível sentir-me assim em encontros espontâneos, não necessariamente longos. descobri que a base do que me faz sentir em profunda comunhão é a minha vontade de aceitar e criar. e às vezes consigo, outras vezes não.

estas fotos são de outra família, com quem também tive o privilégio de passar uns belos dias há umas semanas atrás.
é o extraordinário grupo de alunos da primeira edição do Curso de Transição Interior, orientado pelo José Soutelinho (também conhecido por despertutor).

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sou largamente abençoada pela enorme família que tenho, de sangue e de coração – ambas espalhadas pelos quatro cantos do mundo.
já havia partilhado esta frase no facebook, chegada assim mesmo do Japão, e que me permitiu, mais uma vez, conectar com o sentir poderoso das memórias bem guardadas: * a saudade existe não porque estamos longe, mas porque um dia estivemos juntos. *

bons e frutuosos ajuntamentos!

o mês de dezembro trouxe um infindável número de eventos, atribulando e entupindo a capacidade de os partilhar em momento mais próximo aos acontecimentos per se. arrumo dezembro, giro a actividade de janeiro, preparo fevereiro, e o tempo segue indiferente a qualquer pedido de abrandamento…

neste artigo, partilho convosco algumas fotos de mais momentos que fazem memórias ricas, sorrindo ao reencontrar as lembranças no coração. são histórias com fios de ouro, que se multiplicam sempre que a reunião se proporciona ocorrer.

no próximo artigo partilharei imagens, palavras e sentires sobre o tão belo evento Help-Portrait – sobre o qual já vos falei em anteriores partilhas – este ano ainda mais produtivo.

rodinhas

Agosto 28, 2012 — Deixe um comentário

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[ ainda não foi desta que uma estruturada sessão aconteceu… seguimos aproveitando as oportunidades, procurando os melhores locais disponíveis entre enquadramentos estranhos e luzes improváveis. gostei deste momento, embora diga o entendido que o truque ainda não está como ele o quer… ;]
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há um ano atrás, no príncipe real, o dia da criança commemorou-se assim:

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que o espirito de principiante, de criança em descoberta, siga animando as nossas aventuras. que o espírito de celebração, de criança em pura alegria, nos nutra a cada dia. (: TODOS OS DIAS :)

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a quatro rodas

Maio 18, 2012 — 2 comentários

há vários meses que, juntamente com o artista nestas fotos captado, tentamos agendar uma sessão para fotografar os progressos na prática do ‘executar figuras numa prancha munida de quatro rodas, conservando-se inteiramente de pé’.
esta sessão foi realizada em 2009 e estamos certos que estamos os dois mais capazes de produzir capturas mais arrojadas!

enquanto o bom tempo e a disponibilidade das partes ainda não se conseguiram reunir, para além dos preparos de inspiração própria, vou recebendo estímulos como este delicioso vídeo:

ainda se lembram de brincar com a sombra?
inseparável, dá jeito aprender a tê-la como a nossa melhor companhia… : )